sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sal da terra - Compositor Beto Guedes

Uma pequena atitude, um gesto. Esse é o meu pedido. Desligue a torneira enquanto escova os dentes, o chuveiro euguanto desliza o sabonete pelo seu corpo, curtindo o seu banho. Assim sua conta virá mais barata e você ajuda o meio ambiente. Você tem plantas em casa? mora em apartamento? cultive pelo menos uma plantinha. Tem tanta lixeira por aí. Guarde o papel no bolso e jogue na lixeira, por favor. existem postos de coleta seletiva. Alguns lugares coletam até bateria de celular. vamos cuidar da nossa cidade.
patricia Nazário

"O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor."

Madre Teresa de Calcutá

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Vaga especial



Hoje fui à um hipermercado, onde em cada corredor há vaga para idoso e pessoas com deficiência. Fiquei ali, no estacionamento, por um bom tempo observando como as pessoas hajem com covardia. Como se estivessem tendo vantagens com aquilo "utilizar uma vaga que não é destinada a ele". E tinham muitas vagas disponiveis, mas o desejo de economizar passos era maior. Pessoas jovens, maduras, solitarias, casais enamorados, mas todos com algo em comum: estacionar onde não deve. Fico chocada e não me digam que isso é normal. Pode até ser comum, mas normal não é. Foi essa a educação que receberam dos seus pais, hoje pessoas idosas, alguns que já se foram? Será que uma lei tão dificil de ser cumprida. Não me calei, não me calo e denunciarei toda vez que assistir a esse desproposito. E olha que osimbólo estava bem nítido.

1º Encontro de Tradutores Intérpretes Guia Intérpretes de LIBRAS do SINPROLS - DF


Dia: 17/04
Horário:8h às 12h e das 13h30 às 18h
Local: ICEPBRASIL, SIA trecho 3, lote 1240
Entrada Franca

domingo, 10 de abril de 2011

Familia - Raiz.


Precisamos nos unir e fortalecer. Familia é a base, e precisamos dessa raiz forte para que os ventos da violência não nos derrube.Suplico aos pais que se unam na criação dos seus filhos, que voltemos as nossas origens e saibamos onde nossas crianças estão, com quem estão e como estão.Que nossas crianças saibam dar e aceitar desculpas, que os nossos pais sejam nossos confidentes, sintam a segurança em nosso lar. Tenham hora pra dormir, para ir e voltar.E que nossos vizinhos se unam para que as agressões diminuam, a tolerância aumente e a paz reine. Cadê aqueles vizinhos que trocam gentilezas? Cadê aqueles pais que não deixam seus filhos na rua sem supervisão de um adulto? Que acompanham os filhos no dever de casa?
Já vi pai brigando com professor na presença do filho. Vi pai/mãe trocando ofensas porque os filhos brigaram na escola. Pai embriagado tentando entrar na escola. A escola é um lugar repleto de crianças e adolescentes que precisam ser respeitados e nós adultos temos que ser exemplo, sabendo nos portar, usando de educação ao falar,pois o fato de discordar de algo não me dá o direito de gritar com ninguém.
Patricia Názario

segunda-feira, 4 de abril de 2011

I Encontro Brasiliense em Comemoração ao Dia Nacional do Sistema Braille


— CONVITE
— A Organização Nacional de Cegos do Brasil – ONCB e a Diretoria de Educação
Especial da Subsecretaria de Ensino Básico da Secretaria de Estado de Educação
do DF – DEE/SUBEB/SEDF têm a honra de convidar Vossa Excelência para
participar do I Encontro Brasiliense em Comemoração ao Dia
Nacional do Sistema Braille, instituído pela Lei 12.266/2010, a realizar-se
no dia 08 de abril de 2011, às 8:30 horas no Centro de Ensino Especial 01 de
Brasília, localizado na Avenida W5 Sul – Quadra 912 – Brasília – DF.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Dia Mundial da Conscientização pelo Autismo


Dia 02 de abril será celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Com o objetivo de promover a conscientização e sensibilização para a inclusão do portador de autismo, será celebrado em todo mundo o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Esta data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 18 de dezembro de 2007, que definiu a data de 02 de abril como marco da mobilização mundial para mostrar que há pessoas um pouco diferentes das outras, mas que, na sua essência, são tão humanas quanto todos.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Vendedor de palavras

Vi esse texto no blog: http://bibliotecalionsclubesobradinho.blogspot.com/ e resolvi compartilhar essas palavras, não como vendedora mas como doadora de curiosidades, mas por via das dúvidas não custa nada tentar receber uns trocadinhos pelas palavras: hedonista, idiossincrático. Faço promoção. srsrsrs. Ou o google pode ajudar.

O vendedor de palavras - Fábio Reynol

Ouviu dizer que o Brasil sofria de uma grave falta de palavras. Em um programa de TV, viu uma escritora lamentando que não se liam livros nesta terra, por isso as palavras estavam em falta na praça. O mal tinha até nome de batismo, como qualquer doença grande, "indigência lexical". Comerciante de tino que era, não perdeu tempo em ter uma idéia fantástica. Pegou dicionário, mesa e cartolina e saiu ao mercado cavar espaço entre os camelôs.
Entre uma banca de relógios e outra de lingerie instalou a sua: uma mesa, o dicionário e a cartolina na qual se lia: "Histriônico — apenas R$ 0,50!".
Demorou quase quatro horas para que o primeiro de mais de cinqüenta curiosos parasse e perguntasse.
_ O que o senhor está vendendo?
_ Palavras, meu senhor. A promoção do dia é histriônico a cinqüenta centavos como diz a placa.
— O senhor não pode vender palavras. Elas não são suas. Palavras são de todos.
— O senhor sabe o significado de histriônico?
— Não.
— Então o senhor não a tem. Não vendo algo que as pessoas já têm ou coisas de que elas não precisem.
— Mas eu posso pegar essa palavra de graça no dicionário.
— O senhor tem dicionário em casa?
— Não. Mas eu poderia muito bem ir à biblioteca pública e consultar um.
— O senhor estava indo à biblioteca?
— Não. Na verdade, eu estou a caminho do supermercado.
— Então veio ao lugar certo. O senhor está para comprar o feijão e a alface, pode muito bem levar para casa uma palavra por apenas cinqüenta centavos de real!
— Eu não vou usar essa palavra. Vou pagar para depois esquecê-la?
— Se o senhor não comer a alface ela acaba apodrecendo na geladeira e terá de jogá-la fora e o feijão caruncha.
— O que pretende com isso? Vai ficar rico vendendo palavras?
— O senhor conhece Nélida Piñon?
— Não.
— É uma escritora. Esta manhã, ela disse na televisão que o País sofre com a falta de palavras, pois os livros são muito pouco lidos por aqui.
— E por que o senhor não vende livros?
— Justamente por isso. As pessoas não compram as palavras no atacado, portanto eu as vendo no varejo.
— E o que as pessoas vão fazer com as palavras? Palavras são palavras, não enchem barriga.
— A escritora também disse que cada palavra corresponde a um pensamento. Se temos poucas palavras, pensamos pouco. Se eu vender uma palavra por dia, trabalhando duzentos dias por ano, serão duzentos novos pensamentos cem por cento brasileiros. Isso sem contar os que furtam o meu produto. São como trombadinhas que saem correndo com os relógios do meu colega aqui do lado. Olhe aquela senhora com o carrinho de feira dobrando a esquina. Com aquela carinha de dona-de-casa ela nunca me enganou. Passou por aqui sorrateira. Olhou minha placa e deu um sorrisinho maroto se mordendo de curiosidade. Mas nem parou para perguntar. Eu tenho certeza de que ela tem um dicionário em casa. Assim que chegar lá, vai abri-lo e me roubar a carga. Suponho que para cada pessoa que se dispõe a comprar uma palavra, pelo menos cinco a roubarão. Então eu provocarei mil pensamentos novos em um ano de trabalho.
— O senhor não acha muita pretensão? Pegar um...
— Jactância.
— Pegar um livro velho...
— Alfarrábio.
— O senhor me interrompe!
— Profaço.
— Está me enrolando, não é?
— Tergiversando.
— Quanta lenga-lenga...
— Ambages.
— Ambages?
— Pode ser também evasivas.
— Eu sou mesmo um banana para dar trela para gente como você!
— Pusilânime.
— O senhor é engraçadinho, não?
— Finalmente chegamos: histriônico!
— Adeus.
— Ei! Vai embora sem pagar?
— Tome seus cinqüenta centavos.
— São três reais e cinqüenta.
— Como é?
— Pelas minhas contas, são oito palavras novas que eu acabei de entregar para o senhor. Só histriônico estava na promoção, mas como o senhor se mostrou interessado, faço todas pelo mesmo preço.
— Mas oito palavras seriam quatro reais, certo?
— É que quem leva ambages ganha uma evasiva, entende?
— Tem troco para cinco?