domingo, 29 de janeiro de 2012

Perfeição de Deus




No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedicaao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola comum.Num jantar de beneficiência de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes.Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:"Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é feito com perfeição?Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não se pode lembrar de factos e números como as outras crianças. Então, onde está a perfeição de Deus?"Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai, mas ele continuou:"Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança."Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que o conheciam, estavam a jogar beisebol.Pedro perguntou-me: - Pai, você acha que eles me deixariam jogar?Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninosnão o queria na equipe. Mas entendi que se Pedro pudesse jogar comeles, isto lhe daria uma confortável sensação de participação.Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia jogar.O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus companheiros da equipa e mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse:- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar na nossa equipa e tentaremos colocá-lopara bater até à nona rodada.Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino.Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.No final da oitava rodada, a equipa de Pedro marcou alguns pontos, mas ainda estava perdendo por três. No final da nona rodada, a equipa de Pedro marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro foi escalado para continuar.Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipa deixaria Pedro, de facto, rebater nesta circunstância e deitar fora a possibilidade de ganhar o jogo?Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro. Todo o mundo sabiaque isto seria quase impossível, porque ele nem mesmo sabia segurar obastão.Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater. Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu.Um dos companheiros da equipa de Pedro foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Pedro.Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipa balançaram o bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador. O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmenteao primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminadoo jogo.Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então todo o mundo começou a gritar: Pedro, corre para a primeira base, corre para a primeira. Nunca na sua vida ele tinha corrido... mas saiu disparado para a linha de base, com os olhos arregalados e assustado.Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava correndo.Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador, assim,lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.Todo o mundo gritou: Corre para a segunda, corre para a segunda base. Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal.Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direcção de terceira base e todos gritaram: Corre para a terceira. Ambas as equipas correram atrás dele gritando: Pedro, corre para a base principal.Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para a equipa dele."Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre face, aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"O fato é verdadeiro!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

01. Do mesmo lado Estúdio coca cola Pitty e Negra Li ¤ 2OO7 ¤

Nessa semana ouvi uma história que não sai da minha cabeça, então resolvi postar. "Uma menininha chega pra sua mãe e fala:- Mãe vamos no Pão de Açúcar?-Pra quê minha filha? Não estamos precisando comprar nada.-Mãe, vamos pra ficar feliz. Lá não é lugar de gente feliz?"Felicidade não se compra. É algo que vem de dentro. Nem sempre o que é bom pra um poderá servir para o outro.Mas o que a mídia prega? Fica martelando na cabeça não só das crianças, como também em cada um de nós. O que é interessante destacar, é a necessidade em haver diálogo (inclusive com o nosso intimo) para avaliar a procedencia doque é dito, o que me faz feliz, o que faz o outro feliz.
Essa história me lembrou a música que compartilho com vocês. E continuo perguntando: O que te faz feliz? Pense bem e aproveite coisas que podem parecer simples, mas se faltarem...haja tristesa. Beijocas.