terça-feira, 22 de novembro de 2011

Espetaculo-Emmanuel



Recebi esse vídeo de um colega que e remeteu ao meu desejo em adotar e como esse amor maternal é construido mesmo não sendo gerado no ventre. Mesmo sem o DNA, como uma mãe pode influenciar no carater do seu filho, incentivar a olhar nos olhos das pessoas e dizer a que veio. Observei o irmão como o fã "número um", torcendo pelo sucesso do irmão e não competindo. Vi também que ele conta sua história sem focar no drama, mas mostrando um amor pela sua mãe e uma serenidade que foi trabalhada em sua trajetória.



Ao final, a apresentadora diz: "Faz nos pensar que tudo com que nos preocupamos é tão patético."



Pare um pouco e pense: o que realmente importa pra você? Estou fazendo essa reflexão e o exercício de filtrar o que é prioridade em minha vida. Mas isso tem que ser feito diariamente.

Dicas para prevenir abuso sexual contra crianças e adultos com deficiência intelectual

1. Comece cedo: Introduza vocabulário correto para vagina e pênis para que as crianças possam informar claramente se alguém tem algum mau comportamento sexual.
2. Com crianças em idade pré-escolar e aqueles com atraso de desenvolvimento, use o livro “Todo mundo tem bumbum” (Everyone’s got a bottom) disponível na internet.
3. Introduza o conceito de privacidade do corpo – ninguém pode fazer cócegas ou brincar com as partes íntimas do seu corpo – “É o meu corpo” (mas você pode tocá-lo quando estiver em um lugar privado). Explique, conforme necessário, que se tocar pode ser prazeiroso.
4. Para previnir que as pessoas sejam usadas para sexo oral, inclua a boca como uma parte íntima e deixe claro que ninguém tem permissão para colocar qualquer coisa “nojenta” e “fedorenta” ou qualquer parte docorpo em sua boca (discuta higiene oral).
5. Deixe claro que se alguém quebra as regras sobre privacidade do corpo, a criança precisa avisar a você porque isso não é permitido. As crianças gostam de regras.
6. Ajude-os a discriminar onde podem tocar e onde é ERRADO. Você precisa ensinar como são os toques errados. Não fale sobre toques ruins porque os toques podem fazê-la sentir-se bem.
7. Ensine-os a dar um passo mantendo os braços estendidos à frente e dizendo (em voz bem alta) -”Não! Pare com isso! Isso não é permitido” e ficar longe de alguém que toca num lugar errado. Pratique dizer “Não” assertivamente.
8. Não ensine-os a dizer: ‘Eu vou contar “, porque isso pode resultar em ameaças.
9. Pratique distinguir segredos que devem ser mantidos e segredos que devem ser contados. Crianças e adultos com deficiência intelectual pensam que podem contar segredos bons, mas devem manter para si os segredos ruins porque eles fazem as pessoas ficarem tristes.
10. Ensine o funcionamento básico do corpo.
11. Como o abuso sexual tem a ver com poder, descubra como você pode empoderar seus filhos e filhas. Incentive-os a se vestirem, fazerem a higiene, irem ao banheiro e comerem com independência. (Sim, pode ser mais fácil e rápido fazer as coisas para eles, mas não ajuda a auto-estima)
12. Dê-lhes oportunidades de fazer escolhas.
13. Aprenda e pratique as normas de segurança com água, eletricidade, fogo, remédios, drogas, trânsito e pessoas. Identifique situações potencialmente inseguras. Ensine e pratique como obter ajuda quando necessário, como usar o telefone e escolher a quem recorrer com segurança, por exemplo procurar uma mulher com filhos num shopping, etc.
14. Desenvolva e pratique a resolução de problemas. “Qual seria a melhor coisa a fazer se …..”, “Vamos supor que …”, “Você consegue pensar em algo mais seguro?
15. Desenvolva habilidades que os faça ser capazes de fazer relatos precisos: crianças e pessoas com deficiência intelectual vítimas de abuso podem só sugerir alguma coisa, mas pensar que estão relatando. Se você não corresponder, elas podem sentir-se impotentes e sem esperança.
16. Desenvolva a auto-estima: Elogie o esforço – enfatize o que eles fazem bem e fale sobre o que eles gostariam de fazer.
17. Encoraje a expressão de sentimentos: o que o torna triste, feliz, assustado, preocupado.
18. Tenha em mente que, se eles não recebem afeto físico, aprovação e atenção, eles se tornam mais vulneráveis aos predadores.
19. Desenvolva suas habilidades sociais conforme necessário: manter o próprio espaço, contato olho no olho, saber o próprio nome, endereço e número de telefone.
20. Ensine sobre os seus direitos e pratique que sejam firmes, sem cometer agressões.
Desafios para os pais e cuidadores:
Crianças e jovens com deficiência podem:
1. Já ter aprendido a obedecer passivamente adultos, especialmente os cuidadores/professores/ profissionais.
2. Ter desenvolvido imagem do corpo ruim e conceitos como manter o próprio espaço.
3. Não ter nenhum conhecimento dos seus direitos.
4. Já ter sido abusados sexualmente ou ter adquirido conhecimento equivocado sobre sexualidade.
5. Ter poucas oportunidades para a independência.
6. Ter sentimentos de vergonha e baixa auto-estima que aumentam a vulnerabilidade aos abusadores.
7. Ter cuidadores / trabalhadores de apoio super-protetores que fazem de tudo para eles, impedindo-os de ter oportunidades para se afirmar e ganhar independência.
8. Crianças e pessoas com deficiências de desenvolvimento não necessariamente entendem o que é um estranho (ao passo que estranhos tentam conhecer bem suas vítimas) – refira-se a situações potencialmente perigosas ao invés de pessoas perigosas.
9. Jovens e crianças com deficiência de aprendizagem tendem a aprender respondendo bem à dramatização com bonecos, bem como treinar situações de forma prática. Eles precisam de constante repetição e reforço.
10. Pessoas com deficiência intelectual acham difícil transferir informações de uma situação para outras, por exemplo se a escola ensiná-los a ir para um lugar seguro em situações difíceis, eles podem entender que existam lugares seguros como a solução para todos os problemas potenciais, tais como estar no ônibus errado ou se perder em um show. Isso quer dizer que elas precisam praticar bastante em diferentes cenários.
11. A comunicação deve ser clara. Use frases curtas e simples. Evitar “ou isso ou aquilo” e frases que podem ser respondidas com sim / não. A informação deve ser quebrada em pequenos segmentos. Não dê dicas vagas. Crianças e pessoas com deficiência intelectual provavelmete não associarão “Está tudo bem?” ou “Ele te tocou?” com o abuso sexual.
12. Use imagens de toques inapropriados, especialmente para crianças surdas.
13. Com pessoas que não falam, consulte um fonoaudiólogo para usar vocabulário sobre sexualidade em forma de símbolos e fotos.
14. Aqueles com deficiência visual severa podem precisar de ajuda extra para desenvolver consciência corporal. Use bonecos com as partes íntimas anatomicamente corretas para uma sensação mais realista.
15. Crianças com deficiências físicas graves precisam de um foco sobre a independência em relação à higiene, confiança estima, auto-identificação e toques errados quando são ajudadas nos cuidados pessoais.
16. Proporcionar oportunidades de fazer escolhas as próprias escolhas.
17. As escolas sozinhas não podem previnir o abuso de acontecer, mas quando ele é identificado permitem que as vítimas obtenham ajuda rapidamente para parar o abuso e se sentirem bem consigo mesmas. O abuso de longa duração é o que causa o maior dano.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Team Hoyt - Reportagem Fantástico pt1

O vídeo já conhecia, mas quando comecei a ler o livro, sem querer parar, comecei a pesquisar outros vídeos e esse mostra a reportagem realizada pelo Fantastico onde conta detalhes que nos impulsiona a uma reflexão: O amor ultrapassa qualquer barreira. Imagine planejar um triatlon sem sabe nadar... por exemplo. Quantas etapas, barreiras, obstaculos e etc essa fámilia enfrentou para única e exclusivamente ver a felicidade do filho.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mensagem da semana



Lista com marcadoresDESABAFO Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa: - A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo. O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. - Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes. Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões. Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas. Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como? Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade. Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte. Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima. Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Lançamento do livro: “Currículos, sistemas de avaliação e práticas educativas: Da escola básica à universidade”


Acaba de ser lançado, neste ano de 2011, o livro: “Currículos, sistemas de avaliação e práticas educativas: Da escola básica à universidade”, organizado pela Profª. Maria Antonia Granville. O livro é uma coletânea de textos das pesquisas dos professores do Departamento de Educação do Ibilce/Unesp de Rio Preto, entre outros. Momento mágico do DEDU – Ibilce/Unesp – Rio Preto. Boa leitura a todos! Saudações, Prof. Fábio Fernandes Villela.

sábado, 15 de outubro de 2011

Dia das Crianças

Foi com muita felicidade que estive no Sol Nascente - Ceilândia, contando histórias para as crianças. Os olhos brilhando, encantados com cada história. Agradeço a todos que ajudaram. Ao MAC Donalds pelos 280 brinquedinhos, aos pais e a prefeitura. Foi um dia 12 cheio de gostosuras e travessuras.



















terça-feira, 11 de outubro de 2011

Respeito


Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seus semelhantes

Albert Schweitzer

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CONHECENDO AS DIFERENÇAS - Nada sobre nós sem nós!

ADIADA. EM BREVE DIREMOS A NOVA DATA Seria Nesta terça-feira, 11 de outubro de 2011, às 15:00 horas, no Auditório do CENTRO DE ENSINO ESPECIAL 01 DE BRASÍLIA, na 912 Sul, aproveitando o DIA NACIONAL DO DEFICIENTE FÍSICO, a Secretaria de Educação do Distrito Federal, através da Diretoria de Educação Especial, órgão da Subsecretaria de Educação Básica, lançará a cartilha: CONHECENDO AS DIFERENÇAS - Nada sobre nós sem nós!
Esta cartilha tem como objetivo promover a interação efetiva entre a população em geral e as pessoas com deficiênca, por meio de informações básicas sobre como lidar com cada seguimento desta categoria. Espera-se, a partir daí, romper barreiras de relacionamento para o bem de todos.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas

Período de inscrições: de 21 de setembro a 31 de dezembro de 2011
Informações www.mec.gov.br/premioexperinciaseducacionaisinclusivas
Informe-se e inscreva um relato de experiência ou um texto narrativo.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Dia 21 de Setembro









O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, no TaguaParque, contou com a participação da comunidade, apresentações variadas e muita alegria. Foi incrivel e o sucesso se deve ao trebalho realizado pelas Escolas Públicas do Distrito Federal e também pelo trabalho realizado pelas Instituições Conveniadas. Tivemos a presença da Pestalozzi e todas as Diretorias Regionais de Ensino. Parabéns a todos pela participação e agradecemos a presença. Agradecemos também a equipe do SBT que cubriu o evento.
Vencendo Limites e preconceitos!


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência


Dia 21 de Setembro
Local: Taguaparque
Horario: 14h as 18h
Venha participar desse evento, contribuir com seu sorriso, conhecer esse trabalho lindo desenvolvido nas Escolas Públicas do Distrito Federal.
Dança, música e muita alegria.
Contamos com sua presença!!!

Curso Conversando sobre Infância na Escola e na Clínica

Curso: Conversando sobre Infância na Escola e na Clínica.
Data: 24.09.2011.

Horário: Das 08:00 às 17:00h.

Local: UnB - Centro de Excelência em Turismo (Campus Universitário Darcy Ribeiro - Gleba A, Nódulo E, Asa Norte - Brasília - DF).

Público-Alvo: Pais, Professores, Psicólogos, Cuidadores, Profissionais e Estudantes de diferentes áreas.
Cronograma
Evento Horários Profissionais Temas
Abertura 08:15h às 08:45h Verônica Dickman História da Clínica
Mesa Redonda (TDAH) 08:50h às 09:15h Divaneth Lima Conversando sobre TDAH
Mesa Redonda (TDAH) 08:10h às 09:30h Deidmaia Lima TDAH e Interação Sensorial
Mesa Redonda (TDAH) 09:30h às 09:40h Público Debate
Coffe-Break 09:40h às 10:00h
Mesa Redonda (Homofobia e Sexualidade) 10:00h às 10:25h Dra. Elizabeth Zambrano Homofobia e as Configurações
Familiares
Mesa Redonda (Homofobia) 10:25h às 11:00h Alexandre Marques Sexualidade e Infância
Mesa Redonda (Homofobia) 11:00h às 11:15h Público Debate
Almoço 12:00h às 13:50h
Oficinas:
Espaço Interdisciplinar e a
Infância: A Clínica e a Escola 13:50h às 15:15h Giselda e Clinaura Lima - Relato de Experiência;
- Oficina do Lúdico.
Coffe-Break 15:15h às 15:25h
Oficinas:
Espaço Interdisciplinar e a
Infância: A Clínica e a Escola 15:25h às 17:00h Samara Costa e Bruna Machado - Relato de Experiência;
- Oficina do Lúdico.

Investimento:
Valores Inscrições até 30.08.2011 De 01.09.2011 à 18.09.2011 De 19.09.2011 à 24.09.2011
Acadêmicos R$ 125,00 R$ 140,00 R$ 170,00
Profissionais, Pais e Interessados R$ 135,00 R$ 150,00 R$ 170,00

Para maiores informações: secretaria@saudeclinicasintegradas.com.br , ou pelo telefone 4101-0712.

domingo, 4 de setembro de 2011

Recebi de uma amiga, esse vídeo seguido das seguintes palavras: "Este vídeo é muito emocionante. Vale a pena ver, rever e repassar.
Para quem não domina a língua inglesa, envio a tradução do texto que segue abaixo:
Trata-se de uma domadora de cavalos surda e que não usa sela, freio, espora, chicote, nem a voz, por óbvio, para comandar o cavalo. Todo o trabalho, como poderão observar, é feito por meio de toques no cavalo, quer com as mãos, quer com os pés.
Antes de começar sua apresentação, o locutor lê uma mensagem dela para o pai, que falecera 24 dias antes da apresentação. Nesta mensagem, ela o agradece por sempre tê-la encorajado a tentar novas coisas.
Ao não usar qualquer tipo de grilhão, esta moça prova que só o amor constrói. E ainda há quem admire os peões de Barretos, que usam, inclusive, um cinturão que aperta os colhões do boi durante a apresentação.
Admire sem restrições!"
Admirei e realmente me emocionei pois mostra até onde o amor pode nos levar, nos aproximar. Valeu a pena cada segundo.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Convite Palestra: Constelação Escolar/Sistêmica Pedagógica.


Local: Auditório da Escola de Aperfeiçoamento de Profissionais da Educação - EAPE, SGAS 907, Conjunto A- EAPE (Prédio da extinta Escola Normal de Brasília)
Data: 13 de setembro de 2011
Horário: 19 horas
Informações: (61) 3901.4427 / Diretoria de Cidadania e Direitos Humanos / SEDF

Biografia Marianne Frank -Gricks
Nascida em Munich - Alemanha, depois de vinte e cinco anos como mestra em escola de ensino básico e médio, e longos anos de experiência profissional em psicoterapia e constelações familiares, mantém agora uma prática independente em psicoterapia e terapia familiar.
A partir de 1975, realizou contínuas capacitações e aperfeiçoamentos em Terapia Primal, constelações familiares com Bert Hellinger, Hipnoterapia com Gunther Schmidt, Terapia Breve com Steve de Sharzerl em curso de Prática Naturalista (Naturopatia).
Atualmente, coordena seminários de constelações familiares e oferece terapias de grupo e individual em diversos países. Sua atenção está voltada especialmente para experiências que realiza em supervisão profissional, tanto de docentes como de terapeutas em terapia de grupo de orientação sistêmica para jovens.
Trabalha com pedagogia sistêmica e a comunidade escolar: crianças que apresentam dificuldades na escola, levantando por meio do trabalho de constelações familiares: dificuldade de relacionamentos entre pais e filhos; dificuldade de relacionamento entre os estudantes, problemas de adaptação dos estudantes nas escolas e de relacionamento entre estudantes e professores. Escreveu sobre esse assunto o livro: “Você é um de nós - Percepções e soluções sistêmicas para professores, pais e alunos ” - Editora ATMAN.

No intuito de divulgar o trabalho da Constelação Escolar, Marianne Frank ministrará palestra gratuita no dia 13/09/2011, às 19h no auditório da EAPE (SGAS 907, Conjunto A).

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Projeto Vida Plena


Quando pensamos em inclusão devemos refletir sobre os vários contextos em que as pessoas ficam aquem das relações sociais por preconceitos e atitudes que nos afastam do convivio com a comunidade.

Comunidade Terapêutica para tratamento de Dependentes Quimicos do Álcool e outras drogas.

O “Projeto Vida Plena” é uma entidade sem fins lucrativos, que tem como finalidade envolver crianças, adolescentes, adultos e famílias, em iniciativas de prevenção e conscientização contra o uso de drogas.

Considerando-se que a criminalidade e condutas de risco estão diretamente associadas à desestruturação familiar, falta de oportunidade, baixa auto-estima, o Projeto Vida Plena desenvolve atividades que leva os assistidos ao afastamento das condutas de risco, por meio da capacitação profissional e geração de renda.

Conheça um pouco desse trabalho que acontece no: Núcleo Rural Quintas do Vale Verde - Checéra 146 - Sítio quicoto - Planaltina DF

www.projetovidaplena.org


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Exemplo de Superação

Um novo mundo para Henrique

Calouro foi diagnosticado como autista ao três anos de idade. Superou desafios e hoje cursa Geografia na UnB.

http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=5497


domingo, 14 de agosto de 2011

Feliz Dia dos Pais!

Cat Stevens - Father and Son
(Legendado em Português)

Que aproveitem ao maxímo seus pais e que seu pai curta cada momento com você não só nessa data em especial, mas que todos os dias se tornem especiais.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011


Duas noticias que me chamaram a atenção nesse final de semana:

1. Depois de bater uma Ferrari avaliada em R$ 1,3 milhão, agredir um cinegrafista de uma equipe de reportagem e pagar R$ 3.000 de indenização em 2007, o administrador de empresas João Luiz Raiza Filho, 30, voltou a se envolver em um novo acidente, dessa vez o carro foi um Chevrolet Camaro avaliado em R$ 200 mil no domingo (31/07/11). No acidente ele colidiu com o Camaro em uma árvore demonstrou estar embriagado.

2. A promotora de Justiça Eliana Passarelli afirma que os pais de Flávia Anahy de Lima, de 16 anos, cometeram um crime ao deixar a jovem viver com o jogador da Portuguesa Rafael Silva, 20 anos. A adolescente foi encontrada morta no último domingo (31), após cair do 15° do apartamento que morava com o jogador.

Minha intenção é a de refletir quanto à importância da família e as conseqüências oriundas de seus comportamentos em relação aos seus filhos. Pessoas que tem bens de mais e juízo de menos. Pensam que dinheiro compra tudo, sem perceber que não compra felicidade.

Se a pessoa bateu o carro uma vez, compra outro e bate novamente,bebe e dirige. Fico aliviada por não ter matado ou ferido alguém, mas poderia ter destruído a própria vida. Nossa vida não tem valor? A minha tem. E a sua?

No caso da adolescente encontrada morta, minha cabeça se encheu de interrogações. Porque a família permitiu que aos 13 anos iniciasse um namoro? Começar a vida sexual tão nova? E o amadurecimento? E se o rapaz agredia a moça, porque a família não tomou uma atitude? Ela por um acaso não era menor de idade e, portanto seus pais responsáveis? Como deixam morar junto com esse rapaz? Não sei quem é o certo ou errado, mas sei que os pais tem sua parcela de responsabilidade e infelizmente terão que conviver com a ausência da filha. Os pais foram condenados a dor perpetua e o rapaz, se culpado responderá pelos seus atos. Mas a vida não volta.

“- É crime. Não chega nem a ser um erro, é tido como um crime. Os pais foram feitos para cuidar dos seus filhos inclusive até o final da adolescência. As pessoas acham que ela tem cabeça boa. Não. É adolescente. Adolescente é adolescente.

O psicólogo Alexandre Rivero concorda e afirma que não é apenas falta de experiência de vida, mas o próprio sistema nervoso ainda está imaturo.

- O próprio sistema nervoso ainda está imaturo, não é só falta de experiência de vida. Não tem condições de assumir a direção da sua vida, não tem estruturas neuronais que permitam esse comando de sua vida.

De acordo com alunos e professores da escola onde Flávia estava matriculada, a jovem raramente assistia às aulas. A escola fica ao lado do prédio o casal viva. Liliane Oliveira, professora de biologia, diz que a viu na sala uma única vez, ao perguntar por que a jovem não ia as aulas, ela respondeu que era ‘casada’.

Relacionamento

O casal se conheceu em Praia Grande, onde a menina morava com os pais, quando ela tinha 13 anos. Após se reencontrarem em uma rede social, eles começaram a namorar quando a menina tinha 15 anos. Três meses após o início do relacionamento, a garota fugiu pra São Paulo para viver com o jogador, no fim de 2010.

Antes de morarem na Vila Carrão, os dois moraram em apartamentos de familiares no Tatuapé e em São Mateus. http://guiame.com.br/m5_imprime.asp?cod_noticia=140768&cod_pagina=1100

Pais aproveitem a adolescência dos seus filhos. Pode até não ser fácil esse período da vida. Será complicado para os dois, mas pelo menos vocês (pais) já passaram por isso e sabem quanto foi importante a “implicância”, a bronca, o conselho... dos seus genitores. Não dêem aos seus filhos tudo o que eles querem, mas sim, tudo o que eles precisam, ou seja, amor, carinho, atenção, audição, limites, dialogo, conselho, responsabilidade, cumplicidade e as vezes espaço para que eles reflitam.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Brasileiro reclama de quê?

Estamos sempre reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? do Cabral? dos mais 300 picaretas do Congresso? e de quem aparecer amanhã, depois de amanhã e assim por diante. Você não acha que, antes de mais nada, deveríamos fazer uma ampla reflexão a respeito de como procedemos, do exemplo que damos para nossos familiares, amigos, bem como avaliar o exemplo que eles nos dão.

Brasileiro reclama de quê?

O Brasileiro é assim:

A- Coloca nome em trabalho que não fez.


B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.

C- Paga para alguém fazer seus trabalhos.

1. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

4. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.

5. - Fala no celular enquanto dirige.

6. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno...) - assim o amigo não gasta nada.

7. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

8. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.

9. - Viola a lei do silêncio.

10. - Dirige após consumir bebida alcoólica.

11. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.


12. - Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.

13. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

14. - Faz
"gato " de luz, de água e de tv a cabo.

15. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

16. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.

17. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.

18. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.

19. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

20. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

21.. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se
fosse pouco rodado.

22. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.

23. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

24. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.

25. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

26. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

27. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse roubo.

28. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.

29. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.

30. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

31. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos.....

Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas...


Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?

Brasileiro reclama de quê, afinal?

E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!

Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!

"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos...."


Colhemos o que plantamos! A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitudes. Devemos ser sempre o EXEMPLO e não seguir o exemplo. Sabemos muito bem o que é certo e o que é errado! Sentimos vergonha em seguir o que é correto e assim acabamos optando pelo que é errado, é imoral, é vantajoso e daí por diante.
Se nós não mudarmos e muito, o nosso país não vai melhorar nunca! Temos que ter atitude! Dane-se o que os outros pensam ou vão pensar, se estamos procedendo corretamente.
Já dormimos muito, até demais, e está na hora de levantar e ajudar a moralizar o nosso Brasil. Façamos a nossa parte!
Esse é o Brasil que queremos deixar para nossos filhos, nossos netos!
Isso não nos causa qualquer tipo de vergonha?

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Pai e filho abraçados


"Um homem de 42 anos teve metade da orelha decepada após ser agredido por um grupo de jovens na madrugada de sexta-feira (15), no recinto da Exposição Agropecuária Industrial e Comercial (EAPIC), em São João da Boa Vista. Os agressores pensaram que ele e o filho fossem um casal gay, pois estavam abraçados."
Gestos de afeto são recriminados por pessoas sem um pingo de humanidade, respeito.
Utilizam como justificativa o fato de imaginar que eram gay. E se fossem???? Agora me preocupa a relação que tenho com minha mãe. Será que se andarmos de mãos dadas ou abraçadas também seremos agredidas???? A cada dia que passa vemos menos gestos de carinho entre as pessoas em público. O comum hoje é andar distante? ser rude? recriminar as preferências?
Não sou favorável a utilização da cartilha sobre homossexualismo nas escolas por acreditar que tais assuntos deveriam ser abordados em casa. Assim como o assunto "RESPEITO", preferência religiosa...
Na escola deveriamos dar continuidade, reforçando atos e atitudes positivas. Mas hoje vejo que isso não basta. Será que se abraçar uma amiga também vou apanhar? Os pais não podem acariciar, afagar seus filhos???? Os homossexuais não podem expressar seus sentimentos??? E eu que pensava que o Brasil era país acolhedor, receptivo... Desculpe-me esse momento de revolta.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Respeito


Respeito verdadeiro é valorizar nossa própria existência e também a dos outros. Respeito não está conectado com o papel que a pessoa desempenha, sua posição social ou mesmo suas capacidades e talentos. Respeito é a consciência de que todos tem valor, todos são singulares. Quando há respeito, há entendimento. Então, dar e receber passa a acontecer naturalmente com base no amor. Somos respeitados na medida em que respeitamos.

Brahma Kumaris

terça-feira, 21 de junho de 2011

Audiodescrição - O que é?



A audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual em cinema, teatro e programas de televisão. No Brasil, segundo dados do IBGE, existem aproximadamente 16,5 milhões de pessoas com deficiência visual total e parcial, que encontram-se excluídos da experiência audiovisual e cênica.
http://audiodescricao.com.br/ad/

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Gentileza


"A gentileza é a simpatia em movimento. Em cada gesto, em cada ação, a
gentileza está sempre imersa na virtude da bondade. Aquele que é gentil
nunca saberá o que são inimigos nem desperdiçará seu tempo e energia com
conflitos internos em relação a ninguém. Ser gentil é iluminar o rosto
triste de alguém com o ingrediente da esperança e da coragem, como uma
lanterna que ilumina o caminho em uma noite escura de inverno."


António Sequeira

1º Salão de Negócios da Acessibilidade Reabilitação e Inclusão Social


confirmar presença: terezinha.carcara@gmail.com
Certificado de participação - carga horária 8h

Encaminhem suas inscrições . A Jornada é para dia 18 deste mês (sábado) no Centro de Ensino Especial 01 de Brasilia (Q. 912 Sul) . Gentileza divulgar e retransmitir o convite. Contamos com divulgação e presença .
Att
Teresinha Pantoja
Coordenadora do Evento
ECOSOL Base Brasilia - Cooperativa Central de Apoio do Sistema Ecosol no DF
Cel: 61- 9618 7639

quarta-feira, 8 de junho de 2011

1º salão de negócios da Acessibilidade Reabilitação e Inclusão Social

Dia: 18 de junho de 2011
Hora: 9h às 18h
Local: Centro de Ensino Especial 01 de Brasília
SGAS - Q. 912 Área Especial - Brasilia/ DF
Duração: 8 horas
Inscrições abertas (gratuitas) - Até o dia 15 de junho/2011
www.salaodaacessibilidade.com.br - Informações: 32263321

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Ouvir mais!

Ouvir mais e falar menos. Assim como devemos saborear os alimentos que fortalecem nosso organismo, sentindo o sabor, aroma, cores... também devemos saborear as palavras. Na hora da raiva muita gente engole as palavras como se estivesse almoçando com pressa e portanto qualquer coisa serve para saciar. Precisamos sentir as palavras, nos concentrando no mais importante, sentindo, mastigando e somente depois responder. Para que nossa resposta seja clara e não dê indigestão. Saborear, observar o contexto, utilizar nossos sentidos e assim teremos uma boa digestão. Bom apitte!!! Saboreie cada minuto da sua vida. Se a comida não for tão saborosa, as vezes ela pode ser rica em nutrientes ou ter outra função importante. Assim ocorre com o que dizemos. Prepare suas palavras como se estivesse preparando um prato para uma pessoa muito especial. Dê o seu melhor, mesmo que o que for dizer seja duro, a compreensão será digesta.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Grupo de dança para pessoas com deficiência.


Olá,
A Apabb em parceria com o SESC da 913 Sul informa que estão abertas as inscrições para o Grupo de dança para pessoas com deficiência.
As aulas são ministradas pelas professoras de dança Amanda Gontijo e Jane Pires (da CIA de dança avivarte), contando ainda com o apoio da professora Dayse Canotilho do grupo Asas para dançar, ocorrendo sempre às quintas-feiras no horário das 10h às 11h30, no auditório JK do SESC 913 Sul.
As inscrições podem ser feitas pelos telefones: 3310-2239/2248/3011.
Faça já sua inscrição!!!!


Renata Caroline da Costa Vaz
Serviço Social - Núcleo Regional DF
Tel.:(61)3310-2239
Fax:(61)3226-1965


O Movimento Orgulho Autista Brasil

e a CLIAMA

convidam pais, mães e familiares de pessoas especiais para participar de encontro sobre nutrição, dieta e culinária de produtos livres de glúten e outros alergênicos, no dia 4 de junho de 2011, sábado, das 9 às 11 horas, na CLIAMA.

A participação é gratuita e as inscrições podem ser feitas através do telefone:

39051390

das 9h às 17h

de segunda a sexta-feira.

Além da palestra da Dra. Cristiane teremos oficina de culinária e degustação de produtos hipoalergênicos.

“Aspectos nutricionais de uma dieta sem glúten”

Palestrante: Dra Cristiane de Melo Pantaleão

CRN/DF 21106

quinta-feira, 26 de maio de 2011






Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a Igreja, não vai buscá-lo na cadeia..."

Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/09.
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados. 4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas. 5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona. 6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome. Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0. 10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo’.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita. 14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo. 15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.
18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida. 20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão. 21. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe. 22. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo. 23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final. 25. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele". (Provérbios 22,6)

VAMOS NOS UNIR

Julgamento do artigo 15 está na pauta do TJDFT

O julgamento da constitucionalidade do artigo 15 do nosso Plano de Carreira está na pauta do Tribunal de Justiça do DF para o dia 31 de maio, às 13h. Por isso, O Sinpro convoca a todos os professores da rede pública para acompanhar a votação em frente ao TJDFT(Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios)da ADIN(Ação de Inconstitucionalidade) com compactação de horário. É muito importante a presença de todas e todos para evitarmos qualquer ameaça aos nossos direitos.

O Art. 15 trata da mudança para a classe “A” dos professores que estiverem nas classes “B” ou “C” após concluírem o curso de graduação plena. Com a argüição da inconstitucionalidade do Artigo a Procuradoria quer obrigar os professores classes “B” ou “C” a fazer concurso para mudarem para a classe “A”. A referida ação foi proposta com o argumento de que a promoção, prevista no Artigo 15 do Plano de Carreira do Magistério Público do DF, caracteriza mudança de cargo e que tal mudança somente poderia ocorrer através de concurso público.

Abramos nossos olhos! É momento de união. Não dá pra apenas alguns professores representarem a categoria que é de grande relevância para a sociedade. Solicito também que a comunidade se una aos professores nessa luta. A educação do DF agradece.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Opróbrio



Conto por Alexandre Piccolo
29 de junho de 2004

Depois do almoço a três, o pai sai da mesa direto para a cadeira de balanço, com o palito ainda entre os dentes. A mãe foi à cozinha e a filha, ao quarto. Silêncio na casa. Logo volta a menina perguntando:

_ Pai, o que é opróbrio?

O pai, quase adormecido, fingia o sono. Silêncio.

_ Pai, pai, o que é opróbrio?

Ainda o disfarçado silêncio.

_ Pai, ô pai! Paiê… quê que é opróbrio?

A mãe volta à copa, para terminar de retirar a mesa:

_ Ô João, olh’a menina falando com você e você dormindo. Num dorme agora não, faz mal, o doutor avisou…

_ Pai, o que é opróbrio?

Como o sono falso ainda reinava, a mãe pontuou:

_ Num é opróbrio, é opróbio. E seu pai não sabe, minha filha, por isso é que tá quieto assim…

O pai não teve como fugir:

_ Que não sei o que, Maricota?! Onde já se viu falar isso?

_ Pai, o que é opróbio?

O pai fitava de cara feia a mãe que continuava:

_ Não sabe mesmo não, se soubesse já tinha respondido.

_ Eu não escutei, tava dormindo.

_ Pois então diga, já que acordou agora.

_ Não digo porque ela precisa aprender a pesquisar, aprender a procurar as palavras…

_ Viu minha filha, seu pai não sabe.

_ Pai, o que é opóbrio?

Com a cara feia, os resmungos:

_ Que não sei o quê, Maricota?! Quer parar de dizer bobagem!

_ Não sabe não, João, admite. Não sabe, não sabe, e pronto. Não é defeito não saber, sabia?

_ Lá vem você com essa, de novo. Eu zelando pela educação da nossa filha e você dizendo que eu não sei. Sei sim, não digo é pro bem dela, que tem que saber se virar.

_ Não inventa, João. Você não sabe o que é opróbio e pronto. Se soubesse dizia agorinha…

_ Agora é que não digo mesmo. Ela tem que saber pesquisar, viu?! Se não fica tonta, avoada. A gente que é pai tem que ensinar a pescar, viu?! Não é dar o peixe e pronto. A gente cria os filhos é pra vida, Maricota…

_ Não enrola, João. Você não sabe e pronto. É igual a vez passada que você não sabia o que era pernóstico e ficou enrolando, enrolando… até ir no dicionário procurar.

_ Que absurdo! Dizer que eu não sabia, onde já se viu?! Eu respondi sim, e sem titubear!

_ É, depois que correu pro dicionário quando ninguém olhava…

_ Que calúnia! Eu, cuidando da boa educação da nossa filha, e você me acusando… isso é um absurdo!

_ Também, só conhece essa expressão: “que calúnia”, “isso é um absurdo”. Mas responder o que a menina quer saber, nada…

_ Pai, o que é opróbrio?

_ Agora qu’eu não respondo mesmo, Sofia. Sua mãe fica m’enfezando e eu querendo zelar pelo seu saber, pela sua educação… onde já se viu isso?! Assim ninguém aguenta. Vou é para cama descansar…

Levantou da cadeira, saiu esbaforido para o quarto, a passos pesados, e bateu com força a porta. Ali tinha o calmante de que precisava: o chá de camomila e o dicionário.

Saiu dez minutos depois, com um disfarçado ar calmo na testa franzida. Sentou impaciente na cadeira, quis balançar a cabeça pra frente e pra trás, olhando a menina descontraída ver tv deitada no sofá. Ela o fitou mais uma vez:

_ Pai, o que é opróbio?

_ Não é opóbrio nem opróbio, é opróbrio. Opróbrio é vergonha, vexame, é uma desonra pública - pronunciou de boca cheia.

Um “ahhh” aliviado saiu lá da cozinha. Aí bravo, arrematou:

_ É um opróbrio isso que sua mãe quer fazer comigo, minha filha. Isso sim é um opróbrio!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sistema de Comunicação Alternativa para PcD's

Aplicação

Com o objetivo de facilitar e agilizar a interação entre a PcD e seus interlocutores os cartões são impressos para acesso rápido à comunicação. Pessoas de todas as idades que necessitam desse recurso, seja temporária ou permanentemente, podem utilizar o COMMUNIS em casa, na escola, mercado de trabalho, terapia e para melhorar seu convívio social.

Para quem é indicado?

É indicado para pessoas com:

· Paralisia cerebral – PC;

· Lesão encefálica adquirida - LEA;

· Deficiência intelectual - DI;

· Deficiência física neuromotora - DFN;

· Surdez;

· Síndromes que afetam o desenvolvimento da linguagem, como o autismo e a Síndrome de Down;

· Impossibilidades de se comunicar pela fala, hospitalizadas ou por necessidades diversas.

Onde pode ser utilizado:

· Mercado de trabalho;

· Escolas Especiais;

· Ensino regular;

· Centros de reabilitação nas áreas de: Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Psicologia, Serviço Social, entre outros;

· Em casa e no convívio social da PcD.

http://www.kaygangue.com.br/site/communis/


quinta-feira, 12 de maio de 2011

I Seminário: A escola e o DPAC

DPAC: Distúrbio do Processamento Auditivo. Participe desse momento de reflexão e conhecimento.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Violência gera revolta...

Isso é obvio. É revoltante perceber que vários jovens saiam para se divertir de forma saudável enquanto outros (também jovens) se divirtam ferindo, agredindo os outros. Que criação é essa????? Não vou usar o termo "no meu tempo..." porque não é de hoje que isso ocorre. Independente da estrutura familiar temos também a ESCOLHA, livre arbítrio. Que escolha doida é essa em ferir o ser humano?
Nesse mês comemora-se o Dia das Mães e se não enlouqueci, todos temos mãe (mesmo que tenha falecido ou abandonado). A dor de uma mãe que vê seu filho ferido é muito maior até do que a dor do agredido. E a mãe do agressor? Deve se sentir envergonhada por não ter tido forças para impor na hora que devia, dizer não quando precisava.
Uma amiga, mãe de um rapaz agredido ao sair pra curtir a noite com a namorada, agora vive o medo. Medo de sofrer perseguições, pois seus dados ficam registrados em um boletim de ocorrência onde o agressor tem acesso.
Violência gera oração. Não há mal que prevaleça.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A MULHER INVISÍVEL LEGENDADO.wmv


Você pode se sentir invisivel, desvalorizado, mas lembre-se: Não há no mundo alguém igual à você. E você é amado e visto por Deus todos os dias.
Assisti esse vídeo e não achei justo guardá-lo só pra mim, por que você pode passar dispercebido em meu dia- a dia e me desculpe se isso ocorrer, mas também as vezes posso estar invisivel pra você. A água e incolor, inodora, insipida mas tente ficar sem ela? É essencial em nossa vida. Você vê o ar? Mas é fundamental para vivermos. Portanto por mais que as vezes você passe dispercebido, lembre-se que és importante para alguém.
Patrícia Nazário

História de Carly Autismo severo


Iniciou o ciclo de palestras organizado pela equipe da Diretoria de Educação Especial da SEDF, com a participação da Palestrante Izabel Tafuri -

Doutora em Psicologia Clinica pela Universidade de São Paulo

Atualmente coordenadora do laboratório de Psicopatologia e Psicanálise da Universidade de Brasília

. O número de professores das Salas de Recursos foi bastante significativo e precebe-se nitidamente a importancia desses momentos de reflexão quanto a inclusão. Parabéns a todos pela iniciativa.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Conversa entre vó e neta


POR QUE AS PESSOAS SOFREM?

Vó, por que as pessoas sofrem?
— Como é, minha neta?
— Por que as pessoas grandes vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.
—Vó...
—Oi...
— Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me ensina coisas boas.
— É que elas não percebem que foram convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?
—Não, Vovó.
— Você lembra da estorinha do Patinho Feio?
— Lembro.
— Então... o Patinho se considerava feio porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz, que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
— O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?
— Bem, quando nascemos, somos separados de nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
— É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?
— É por isso! Viu como você é esperta?
— Então, é só a gente perceber que é cisne que tudo dará certo?
— Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho precisava fazer para poder se enxergar?
—O que?
— Ele primeiro precisou parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
— Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?
— Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
— É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?
— Não entendi, minha filha?
— Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro...
— Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?
— Todos nós somos, querida. Em parte.
— Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
— Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
— E aí viramos cisnes?
— Nós já somos cisnes. Apenas temos que deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se manifestar.
— Aonde você vai?
— Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é!
A boa vovó apenas sorriu!